Pode o Partido degenerar?
Extrato de “Perguntas e respostas” da palestra proferida por Josef Stálin na Universidade de Sverdlov, 9 de junho de 1925
Pergunta – Quais são os perigos de degenerescência do nosso Partido caso a estabilização do capitalismo se prolongue?
Resposta – Existem realmente esses perigos? Sim, é indiscutível que existem e são bem reais. Eles existem independentemente da estabilização, que apenas os tornam mais palpáveis. Eis, em minha opinião, os três perigos principais:
1. O perigo de perdermos a perspectiva socialista no trabalho de edificação do nosso país e, em conseqüência, o perigo de aparecer uma tendência de liquidação das conquistas da revolução;
2. O perigo de perder a perspectiva revolucionária internacional e, portanto, o perigo de aparecimento do nacionalismo;
3. O perigo de enfraquecer a direção do Partido e, portanto, a possibilidade de o Partido se transformar num apêndice do aparelho estatal.
Comecemos pelo primeiro desses perigos.
Ele caracteriza-se pela falta de confiança nas forças internas da nossa revolução; pela falta de confiança na aliança entre os operários e os camponeses e no papel dirigente do proletariado nessa aliança; pela falta de confiança na transformação da “ Rússia da NEP” em Rússia socialista; pela falta de confiança na vitória da construção socialista no nosso país.
Esta é a via do liquidacionismo e da degeneração, porque leva à liquidação dos princípios e objetivos da Revolução de Outubro, à degeneração do Estado proletário num Estado democrático-burguês.
A origem desta mentalidade, o terreno que lhe permite desenvolver-se dentro do Partido, é o reforço da influência burguesa sobre o Partido nas condições da Nova Política Econômica e da luta desesperada entre os elementos capitalistas e os elementos socialistas no seio da nossa economia. Os elementos capitalistas não lutam apenas no domínio econômico; tentam transpor a luta para o domínio da ideologia proletária, procuram introduzir nos nossos destacamentos menos firmes a falta de confiança na possibilidade de construir o socialismo, o ceticismo em relação às perspectivas socialistas do nosso trabalho de edificação; e não se pode dizer que os seus esforços tenham sido completamente estéreis.
“Como pode um país atrasado como o nosso edificar o socialismo integral”, dizem alguns desses comunistas contaminados. “O estado das forças produtivas no nosso país não nos permite aspirar a objetivos tão utópicos. Procuremos manter-nos no poder como pudermos e deixemos de sonhar com o socialismo. Façamos o que é possível de momento e depois se verá.”
Dizem outros: “Já cumprimos a nossa missão revolucionária ao fazer a Revolução de Outubro. Agora tudo depende da revolução internacional, porque sem a vitória do proletariado do Ocidente não poderemos construir o socialismo. Para dizer a verdade, um revolucionário já não tem mais nada a fazer na Rússia...” como se sabe, em 1923, às vésperas da revolução na Alemanha, uma parte da juventude das nossas escolas estava disposta a abandonar os livros e partir para a Alemanha, considerando que um revolucionário já nada tinha a fazer na Rússia e que o seu dever era ir fazer a revolução para a Alemanha.
Como vêem, tanto um como outro destes dois grupos de comunistas negam as potencialidades socialistas do nosso trabalho de construção, adotam uma posição liquidacionista. A diferença entre eles consiste em que os primeiros cobrem o seu liquidacionismo com a teoria pseudocientífica das “forças produtivas” (não foi por acaso que Miliukov os elogiou, há dias, no seu “Posliednie Novosti”, como “marxistas sérios”), ao passo que os segundos cobrem o seu liquidacionismo com frases de esquerda e “terrivelmente revolucionárias” acerca da revolução mundial.
Com efeito, admitamos que um revolucionário nada tenha a fazer na Rússia; admitamos que seja inconcebível e impossível edificar o socialismo no nosso país antes da vitória nos outros países; admitamos que a vitória do socialismo nos países avançados só surja daqui a dez ou vinte anos. Pode-se acreditar que, nestas circunstâncias, com o país cercado por Estados burgueses, os elementos capitalistas da nossa economia consintam em parar a luta sem tréguas contra os elementos socialistas e esperem, de braços cruzados, o triunfo da revolução mundial? Basta colocar esta suposição para ver todo o seu absurdo. Mas, nesse caso, o que resta para fazer aos nossos “marxistas sérios” e aos nossos “terríveis revolucionários”? Obviamente, não lhes resta senão seguir a corrente e degenerar pouco a pouco em vulgares democratas burgueses.
Das duas uma: ou nós consideramos o nosso país como a base da revolução mundial, possuímos, como disse Lênin, tudo o que é necessário à construção de uma sociedade socialista integral - e, nesse caso, podemos e devemos construir essa sociedade, na perspectiva de uma vitória completa sobre os elementos capitalistas da nossa economia; ou então não consideramos o nosso país como a base da revolução mundial, não temos as condições necessárias à construção do socialismo, é-nos impossível construí-lo – e, nesse caso, se a vitória do socialismo nos outros países demorar, teremos que nos resignar com a perspectiva de os elementos capitalistas da nossa economia levantarem a cabeça, de o regime dos soviets entrar em decadência, de o Partido degenerar.
Ou uma coisa ou a outra.
É por isso que a falta de confiança nas potencialidades socialistas do nosso trabalho de construção leva à liquidação e à degenerescência.
É por isso que a luta contra o perigo liquidacionista é uma tarefa imediata do nosso Partido, sobretudo no período atual, enquanto durar a estatização temporária do capitalismo.
Passemos ao segundo perigo.
Ele caracteriza-se pela falta de confiança na revolução proletária mundial, na sua vitória; falta de confiança no movimento de libertação nacional das colônias e nações dependentes; pela incompreensão de que, sem o apoio do movimento revolucionário internacional, o nosso país não teria podido resistir ao imperialismo mundial; pela incompreensão de que a vitória do socialismo num país isolado não pode ser definitiva porque está à mercê de uma intervenção enquanto a revolução não tiver triunfado pelo menos em vários outros países; pela incompreensão da base do internacionalismo, que exige que o triunfo do socialismo num país não seja um fim em si, mas um meio de desenvolver e apoiar a revolução noutros países.
Essa é a via que leva ao nacionalismo, à degenerescência, à liquidação total da política internacional do proletariado, porque aqueles que são afetados por essa doença consideram o nosso país, não como uma parte do movimento revolucionário internacional, mas como o princípio e o fim desse movimento, consideram que os interesses de todos os outros países devem ser sacrificados aos interesses do nosso país.
Apoiar o movimento de libertação nacional da China? Para que? Não será isso perigoso? Não nos trará complicações com outros países? Não será melhor estabelecer “esferas de influência” na China de acordo com outras potências “civilizadas” e apanharmos uma parte desse país? Isso traria vantagens e não arriscaríamos nada... apoiar o movimento de emancipação na Alemanha? Valerá a pena? Não seria melhor entrar em acordo com os Aliados acerca do Tratado de Versalhes e obter uma compensação? Manter a amizade com a Pérsia, Turquia, Afeganistão? Não nos seria mais vantajoso abdicarmos dela? Não seria melhor restabelecer as “esferas de influência” de acordo com uma ou outra das grandes potências? E assim por diante.
Esta é uma mentalidade nacionalista de novo tipo que tenta liquidar a política externa da Revolução de Outubro e onde se desenvolvem à vontade os elementos de degenerescência.
Enquanto o primeiro perigo, o perigo de liquidacionismo, surge da influência burguesa sobre o Partido no terreno da política interna, no terreno da luta entre os elementos capitalistas e socialistas na nossa economia, a origem do segundo perigo, do perigo de nacionalismo, está no reforço da influência burguesa sobre o Partido no terreno da política externa, no terreno da luta que os Estados capitalistas conduzem contra o Estado de Ditadura do Proletariado. É fora de dúvida que a pressão dos Estados capitalistas sobre o nosso Estado é enorme, que os funcionários do nosso Comissariado dos Negócios Estrangeiros nem sempre lhe conseguem resistir e, pelo receio de complicações internacionais, são tentados muitas vezes a seguir o caminho da menor resistência, o caminho do nacionalismo.
É evidente que, só na base do internacionalismo conseqüente, da política externa da Revolução de Outubro, pode o primeiro Estado proletário continuar sendo o porta-bandeira do movimento revolucionário mundial; e é claro que a linha da menor resistência e do nacionalismo em política externa significa o isolamento e a decomposição do país da primeira revolução vitoriosa.
É por isso que a ausência de uma perspectiva revolucionária internacional leva ao perigo do nacionalismo e da degenerescência.
É por isso que a luta contra o perigo do nacionalismo na política externa é uma das tarefas imediatas do Partido.
Passemos finalmente ao terceiro perigo.
O seu traço característico é a falta de confiança nas forças internas do Partido e o seu papel dirigente; a tendência do aparelho de Estado para enfraquecer a direção do Partido, para se emancipar dela; a incompreensão de que, sem a direção do Partido Comunista não pode existir ditadura do proletariado.
Esse perigo ameaça-nos de três lados.
Primeiro, as classes que temos de dirigir modificaram-se. Os operários e os camponeses já não são os mesmos do período do comunismo de guerra. Antes, a classe operária estava desorganizada e dispersa, os camponeses estavam dominados pelo medo do regresso dos senhores da terra em caso de derrota na guerra civil, e o Partido, única força centralizada, governava em estilo militar. Agora a situação é outra. Já não há guerra. Portanto, o perigo eminente que agrupava as massas trabalhadoras à volta do nosso Partido já não existe. O proletariado recompôs-se e elevou o seu nível material e cultural. Os camponeses também se desenvolveram e educaram. A atividade política de ambas as classes cresceu e continuará a crescer. Já não podem ser governadas em estilo militar. Em primeiro lugar, é necessária a maior flexibilidade nos métodos de direção. Em segundo lugar, é preciso dar extrema atenção às necessidades e aspirações dos operários e camponeses. Em terceiro lugar, é preciso saber chamar ao Partido os operários e camponeses que surgem na vanguarda devido ao desenvolvimento da atividade política destas classes. Mas, como sabemos, essas qualidades e condições não se adquirem de um dia para o outro. Daí o desnível entre o que se exige do Partido e aquilo que ele pode dar neste momento. Daí também o perigo de enfraquecimento da atividade dirigente do Partido, o perigo de o Partido perder o papel dirigente.
Em segundo lugar, é de notar que nestes últimos tempos, durante o período de desenvolvimento econômico, os aparelhos das organizações estatais e públicas se alargaram consideravelmente e se fortaleceram. Os trustes e sindicatos, os organismos de comércio e crédito, as organizações administrativo-políticas, culturais e educativas e, por último, as cooperativas de todos os gêneros, cresceram e alargaram-se muito, recrutando centenas de milhares de novos trabalhadores, a maior parte deles sem partido. E esses aparelhos não aumentam só numericamente; o seu poder e influência aumentam também. E quanto mais cresce a sua importância, mais sensível se torna a sua pressão sobre o Partido, com maior persistência tentam enfraquecer o papel dirigente do Partido, maior é a sua resistência ao Partido. É preciso proceder a um reagrupamento das forças e a uma distribuição dos elementos dirigentes por esses aparelhos, de forma a assegurar a direção do Partido na situação nova em que nos encontramos. Mas isso não se consegue de repente. Daí o perigo de que o aparelho de Estado se desligue do Partido.
Em terceiro lugar, o próprio trabalho se tornou mais complicado e variado. Falo do nosso trabalho atual de edificação. Setores inteiramente novos de atividade surgiram nas cidades e nos campos, obrigando a direção a tornar-se mais concreta. Antes era habitual falar-se de direção “em geral”. Agora, a direção “em geral” não passa de palavreado que nada dirige. Hoje se exige uma direção concreta, específica. O período anterior criou uma espécie de militante do tipo sabe-tudo, pronto a responder a qualquer questão teórica ou prática. Agora, esse tipo de militante deve ceder o lugar ao novo tipo de militante, capaz de se tornar conhecedor de um dado ramo da atividade. Para dirigir efetivamente é preciso conhecer a fundo o seu setor de trabalho, estudá-lo conscienciosamente, com paciência e perseverança. Não se pode dirigir no campo sem conhecer a agricultura, as cooperativas, a política de preços, sem ter estudado as leis que respeitam diretamente ao campesinato. Não se pode dirigir na cidade sem conhecer as industrias, as condições de vida dos operários, as suas reivindicações e aspirações, sem conhecer tudo o que se relaciona com os sindicatos, as cooperativas e associações. Infelizmente, todos esses conhecimentos não se adquirem num abrir e fechar de olhos. Para elevar a ação dirigente do Partido ao nível exigido, é necessário antes de tudo elevar a preparação dos militantes do Partido. Mas não é fácil elevá-la rapidamente. Ainda persistem nas organizações do Partido os antigos hábitos de dar ordens a torto e a direito em vez de estudar as questões. É por isso que a chamada ação dirigente do Partido degenera por vezes num ridículo amontoado de ordens perfeitamente inúteis, numa “direção” verbal, puramente imaginária. Esse é um dos perigos mais sérios de enfraquecimento e desaparição da direção do Partido.
São estas, de modo geral, as razões por que o perigo de o Partido perder a direção leva ao enfraquecimento e degenerescência do Partido.
É por isso que o combate resoluto contra esse perigo é uma das tarefas imediatas do nosso Partido.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
IMPÉRIO DO MAL
Os EUA, o império do Mal, os maiores TERRORISTAS de todos os tempos já sequestraram e prenderam o ex presidente do Panamá, derrubaram o governo democrático da minúscula Granada, assassinaram Sadan Hussein, tentaram por várias vezes assassinar Fidel Castro, derrubaram o presidente eleito democraticamente de São Domingos ( com a conivência da ditadura brasileira na época), arquitetaram e organizaram os golpes militares no Brasil, Chile (ITT), Argentina, Uruguai e por várias vezes na Bolívia. Massacraram o povo Vietnamita, onde assassinaram mais de 3 milhões de civis, massacraram a antiga Iuguslávia, Kosowo, Somália e muitos outros países.
Estão cometendo hoje o genocídio no Afganistão, Iraque e Líbia. Já tentaram assassinar o presidente Hugo chaves. Estamos falando de coisas atuais e não dos mais de 100 atentados terroristas perpetrados pelos EUA, Império do Mal , contra outros povos do mundo desde mais de 100 anos atrás.
Até quando vamos continuar tolerando o prêmio Nobel da Paz para fascínoras como Kissinger e Obama? Só se for o Prêmio Nobel da Paz dos cemitérios.
Já está na hora de criar vergonha e começar a denunciar em praça pública e principalmente pela internete ( o maior meio de comunicação atualmente existente) todas estas falsidades, hipocrisias e mentiras diariamente disseminadas por esta imprensa venal,amestrada e financiada pelos paises capitalistas.
Ao lerem este texto podem pensar:: "Isto é coisa de quem odeia os estadunidenses". Engano , o que estou lhes citando no momento são fatos contra os quais alguns não alienados habitantes da Grande Potência Imperialista também estão contra e não aceitam.
Nós sim, infelizmente que só acompanhamos noticiários das famigerada Globo, Sbt, Record, Bandeirantes e outras mais idiotas ainda é que estamos contribuindo para que tais fatos se tornem corriqueiros e normais.
.Ainda recentemente assassinaram 1 filho e 3 netos de Kadafi. Coisa corriqueira para a imprensa corrompida. Se houvessem matado ou simplesmente ferido um dos filhos do fantoche Obama a mídia internacional estaria protestando até hoje.
Está na hora de se formar uma grande corrente divulgadora destas atrocidades que estão sendo cometidas impunemente pelo Império do Mal e seus vassalos.
Lembrem-se que quando Michael Moore, escritor estadunidense, teve a publicação seu livro O Estúpido Homen Branco suspensa e proibida por escrever muitas verdades, surgiu uma bibliotecária estadunidense que resolveu criar uma onda de protesto contra tal medida. Fez isto através da internete e a onda de protestos foi tão grande que acabaram publicando o livro que teve uma das maiores tiragens naquele país de analfabetos políticos.
Blasco Miranda de Ourofino
Médico aposentado
Brasília- DF
Estão cometendo hoje o genocídio no Afganistão, Iraque e Líbia. Já tentaram assassinar o presidente Hugo chaves. Estamos falando de coisas atuais e não dos mais de 100 atentados terroristas perpetrados pelos EUA, Império do Mal , contra outros povos do mundo desde mais de 100 anos atrás.
Até quando vamos continuar tolerando o prêmio Nobel da Paz para fascínoras como Kissinger e Obama? Só se for o Prêmio Nobel da Paz dos cemitérios.
Já está na hora de criar vergonha e começar a denunciar em praça pública e principalmente pela internete ( o maior meio de comunicação atualmente existente) todas estas falsidades, hipocrisias e mentiras diariamente disseminadas por esta imprensa venal,amestrada e financiada pelos paises capitalistas.
Ao lerem este texto podem pensar:: "Isto é coisa de quem odeia os estadunidenses". Engano , o que estou lhes citando no momento são fatos contra os quais alguns não alienados habitantes da Grande Potência Imperialista também estão contra e não aceitam.
Nós sim, infelizmente que só acompanhamos noticiários das famigerada Globo, Sbt, Record, Bandeirantes e outras mais idiotas ainda é que estamos contribuindo para que tais fatos se tornem corriqueiros e normais.
.Ainda recentemente assassinaram 1 filho e 3 netos de Kadafi. Coisa corriqueira para a imprensa corrompida. Se houvessem matado ou simplesmente ferido um dos filhos do fantoche Obama a mídia internacional estaria protestando até hoje.
Está na hora de se formar uma grande corrente divulgadora destas atrocidades que estão sendo cometidas impunemente pelo Império do Mal e seus vassalos.
Lembrem-se que quando Michael Moore, escritor estadunidense, teve a publicação seu livro O Estúpido Homen Branco suspensa e proibida por escrever muitas verdades, surgiu uma bibliotecária estadunidense que resolveu criar uma onda de protesto contra tal medida. Fez isto através da internete e a onda de protestos foi tão grande que acabaram publicando o livro que teve uma das maiores tiragens naquele país de analfabetos políticos.
Blasco Miranda de Ourofino
Médico aposentado
Brasília- DF
quarta-feira, 4 de maio de 2011
IMPÉRIO DO MAL
IMPÉRIO DO MAL
Os EUA, o império do Mal, os maiores TERRORISTAS de todos os tempos já sequestraram e prenderam o ex presidente do Panamá, derrubaram o governo democrático da minúscula Granada, assassinaram Sadan Hussein, tentaram por várias vezes assassinar Fidel Castro, derrubaram o presidente eleito democraticamente de São Domingos ( com a conivência da ditadura brasileira na época), arquitetaram e ajudaram os golpes militares no Brasil, Chile (ITT), Argentina, Uruguai e por várias vezes na Bolívia. Massacraram o povo Vietnamita, onde assassinaram mais de 3 milhões de civis, massacraram a antiga Iuguslávia, Kosowo, Somália e muitos outros países.
Estão cometendo hoje o genocídio no Afganistão, Iraque e Líbia. Ainda esta semana uma das diversas bombas matou 1 filho e 3 netas de Kadaffi. Já tentaram assassinar o presidente Hugo chaves. Estamos falando de coisas atuais e não dos mais de 100 atentados terroristas perpetrados pelos EUA, Império do mal , contra outros povos do mundo durante os mais de 100 anos atrás.
Até quando vão continuar comemorando o prêmio Nobel da Paz para fascínoras como Kissinger e Obama? Só se for o Prêmio Nobel da Paz dos cimitérios.
Já está na hora de criarmos vergonha e começarmos a denunciar em praça pública e principalmente pela internete ( o maior meio de comunicação atualmente existente) todas estas falsidades, hipocrisias e mentiras diariamente disseminadas por esta imprensa venal,amestrada e comprada pelos paises capitalistas.
Ao lerem este texto podem pensar:: "Isto é coisa de quem odeia os estadunidenses". Engano amigos, os fatos citados no momento são acontecimentos conhecidos contra os quais uma pequena parcela dos habitantes esclarecidos ( e que não são muitos) também estão contra.
É do conhecimento geral que a maioria ignorante, consumista e alienada da grande potência pensa que o Brasil é a capital da Argentina.
Nós sim que infelizmente só acompanhamos noticiários das famigerada Globo, Sbt, Record, Bandeirantes e outras mais idiotas ainda é que estamos contribuindo para que tais fatos se tornem corriqueiros e normais.
Se estiverem de acordo com o citado acima divulguem para seus amigos
Blasco Miranda de Ourofino
Médico aposentado
Os EUA, o império do Mal, os maiores TERRORISTAS de todos os tempos já sequestraram e prenderam o ex presidente do Panamá, derrubaram o governo democrático da minúscula Granada, assassinaram Sadan Hussein, tentaram por várias vezes assassinar Fidel Castro, derrubaram o presidente eleito democraticamente de São Domingos ( com a conivência da ditadura brasileira na época), arquitetaram e ajudaram os golpes militares no Brasil, Chile (ITT), Argentina, Uruguai e por várias vezes na Bolívia. Massacraram o povo Vietnamita, onde assassinaram mais de 3 milhões de civis, massacraram a antiga Iuguslávia, Kosowo, Somália e muitos outros países.
Estão cometendo hoje o genocídio no Afganistão, Iraque e Líbia. Ainda esta semana uma das diversas bombas matou 1 filho e 3 netas de Kadaffi. Já tentaram assassinar o presidente Hugo chaves. Estamos falando de coisas atuais e não dos mais de 100 atentados terroristas perpetrados pelos EUA, Império do mal , contra outros povos do mundo durante os mais de 100 anos atrás.
Até quando vão continuar comemorando o prêmio Nobel da Paz para fascínoras como Kissinger e Obama? Só se for o Prêmio Nobel da Paz dos cimitérios.
Já está na hora de criarmos vergonha e começarmos a denunciar em praça pública e principalmente pela internete ( o maior meio de comunicação atualmente existente) todas estas falsidades, hipocrisias e mentiras diariamente disseminadas por esta imprensa venal,amestrada e comprada pelos paises capitalistas.
Ao lerem este texto podem pensar:: "Isto é coisa de quem odeia os estadunidenses". Engano amigos, os fatos citados no momento são acontecimentos conhecidos contra os quais uma pequena parcela dos habitantes esclarecidos ( e que não são muitos) também estão contra.
É do conhecimento geral que a maioria ignorante, consumista e alienada da grande potência pensa que o Brasil é a capital da Argentina.
Nós sim que infelizmente só acompanhamos noticiários das famigerada Globo, Sbt, Record, Bandeirantes e outras mais idiotas ainda é que estamos contribuindo para que tais fatos se tornem corriqueiros e normais.
Se estiverem de acordo com o citado acima divulguem para seus amigos
Blasco Miranda de Ourofino
Médico aposentado
ACEITAÇÃO CÍNICA DOS CRIMES ESTADUNIDENSES
Aceitação cínica dos crimes do Império do Mal (EUA)
Osama Bin Laden pode ser considerado um líder revolucionário ou um intelectual revoltado contra os milhares de crimes cometidos impunemente pelos EUA através dos tempos. Sua resposta aos criminosos foi relativamente ínfima. Centenas de países indefesos têm sido atacados e sua população massacradas pelo Império do Mal. Aí está ainda agora acontecendo no Afeganistão, Iraque e agora na Líbia, sendo que nesta última um bombardeio matou um filho e 3 netos de Kadaffi. Algum protesto mundial contra tal crime? E se fossem os filhos de Obama? Aí sim a mídia internacional estaria numa histeria monumental exigindo punição e retaliação aos culpados. Não podemos considerar os acontecimentos do 11 de Setembro como obra de Bin Laden. Ele não seria tão ignorante de atacar a maior concentração de representantes do sistema financeiro mundial às 7 horas da manhã quando lá estavam apenas pequenos e inocentes servidores. Para liquidar os criminosos agentes financeiros internacionais este ataque deveria ter acontecido lá pelas 11 horas da manhã. Os EUA precisavam invadir o Afeganistão para se apossar de seu petróleo e gás, necessitavam de uma desculpa qualquer e qual a melhor desculpa que assassinarem milhares de pequenos servidores patrícios para levar seus desígnios adiante?
Bin Ladem, a Al Qaeda e outros apenas têm dado respostas relativamente pequenas e dentro de suas possibilidades.Outro dia a mídia nacional chorava a morte de uma família de judeus praticada por lutadores palestinos. Foi uma gritaria geral. E os assassinatos praticados diariamente pelos judeus de Israel contra pacíficos habitantes da faixa de Gaza? Silêncio total, pois afinal são insignificantes palestinos.
A aceitação tácita e cínica a respeito destes crimes está se tornando cada dia mais acomodada. O cidadão comum e mal informado chega ao absurdo de pensar que o Império do Mal esta correto.
Há uma necessidade imediata de se iniciar através da Internete uma campanha de esclarecimento e denúncias contra o Império do Mal e seus fantoches ingleses, franceses, italianos, espanhóis,etc. Exigir através de correios eletrônicos que a China se manifeste com firmeza.
A Internete ainda é um meio de comunicação que não conseguiram calar
Osama Bin Laden pode ser considerado um líder revolucionário ou um intelectual revoltado contra os milhares de crimes cometidos impunemente pelos EUA através dos tempos. Sua resposta aos criminosos foi relativamente ínfima. Centenas de países indefesos têm sido atacados e sua população massacradas pelo Império do Mal. Aí está ainda agora acontecendo no Afeganistão, Iraque e agora na Líbia, sendo que nesta última um bombardeio matou um filho e 3 netos de Kadaffi. Algum protesto mundial contra tal crime? E se fossem os filhos de Obama? Aí sim a mídia internacional estaria numa histeria monumental exigindo punição e retaliação aos culpados. Não podemos considerar os acontecimentos do 11 de Setembro como obra de Bin Laden. Ele não seria tão ignorante de atacar a maior concentração de representantes do sistema financeiro mundial às 7 horas da manhã quando lá estavam apenas pequenos e inocentes servidores. Para liquidar os criminosos agentes financeiros internacionais este ataque deveria ter acontecido lá pelas 11 horas da manhã. Os EUA precisavam invadir o Afeganistão para se apossar de seu petróleo e gás, necessitavam de uma desculpa qualquer e qual a melhor desculpa que assassinarem milhares de pequenos servidores patrícios para levar seus desígnios adiante?
Bin Ladem, a Al Qaeda e outros apenas têm dado respostas relativamente pequenas e dentro de suas possibilidades.Outro dia a mídia nacional chorava a morte de uma família de judeus praticada por lutadores palestinos. Foi uma gritaria geral. E os assassinatos praticados diariamente pelos judeus de Israel contra pacíficos habitantes da faixa de Gaza? Silêncio total, pois afinal são insignificantes palestinos.
A aceitação tácita e cínica a respeito destes crimes está se tornando cada dia mais acomodada. O cidadão comum e mal informado chega ao absurdo de pensar que o Império do Mal esta correto.
Há uma necessidade imediata de se iniciar através da Internete uma campanha de esclarecimento e denúncias contra o Império do Mal e seus fantoches ingleses, franceses, italianos, espanhóis,etc. Exigir através de correios eletrônicos que a China se manifeste com firmeza.
A Internete ainda é um meio de comunicação que não conseguiram calar
sábado, 23 de abril de 2011
NIÓBIO
Quarta-feira, 20 de abril de 2011 | 12:05
Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo. Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece, e tudo fazem para que isso continue assim.
Recebemos do comentarista Mário Assis Causanilhas este artigo sobre o nióbio, sem a menção do órgão de comunicação, site ou blog de onde foi extraído. Por sua importância, decidimos postá-lo aqui na Tribuna da Imprensa, para conhecimento de nossos comentaristas e leitores. (Carlos Newton, editor do blog)
Júlio Ferreira
A cada vez mais no dia-a-dia, o tema é abordado em reportagens nas mídias escrita e televisiva, chegando a já ser alarmante. Como é possível que metade da produção brasileira de nióbio seja subfaturada “oficialmente” e enviada ao exterior, configurando assim o crime de descaminho, com todas as investigações apontando de longa data, para o gabinete presidencial?
Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.
Estamos perdendo cerca de14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa. Não é uma descalabro alarmante?
O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.
Ninguém teve coragem de investigar… Ou estarão todos ganhando com isso? Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002: “Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.
Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.
Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.
Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo. Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece, e tudo fazem para que isso continue assim.
Recebemos do comentarista Mário Assis Causanilhas este artigo sobre o nióbio, sem a menção do órgão de comunicação, site ou blog de onde foi extraído. Por sua importância, decidimos postá-lo aqui na Tribuna da Imprensa, para conhecimento de nossos comentaristas e leitores. (Carlos Newton, editor do blog)
Júlio Ferreira
A cada vez mais no dia-a-dia, o tema é abordado em reportagens nas mídias escrita e televisiva, chegando a já ser alarmante. Como é possível que metade da produção brasileira de nióbio seja subfaturada “oficialmente” e enviada ao exterior, configurando assim o crime de descaminho, com todas as investigações apontando de longa data, para o gabinete presidencial?
Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.
Estamos perdendo cerca de14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa. Não é uma descalabro alarmante?
O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.
Ninguém teve coragem de investigar… Ou estarão todos ganhando com isso? Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002: “Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.
Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.
Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.
VERDADES SOBRE CUBA
Cuba é realmente o paraiso se comparada com outros paises do mundo e principalmente da América Latina. Dizem que ha falta de liberdade. Liberdade como no Brasil para as vendas de votos e corrupções constantemente denunciadas no Legilativo e Execuivo? Liberdade para o Agrobanditismo ( apelidado de agronegócio) destruir nosso cerrado, nossas matas e nossas nascentes?
O que é necessário para uma familia viver bem e feliz? Porque e para que tanto trabalha o ser humano?
Simplesmente para conseguir coisas simples e necessárias que os torne felizes. Essas coisa são:
1-Casa própria para morar.
2-Emprego garantido.
3-Assistencia médica de alta qualidade, medicamento e hospitais gratuitos para todos os familiares.
4-Educação desde a infância e nas universidade, gratuitas e de boa qualidade.
5-Prática esportiva amplamente disseminada e incentivada para estarem entre os melhores do mundo.
6-Lazer,cinema,teatros acessíveis a todo o povo e a preços baratissimos.
7-Alimentação garantida para toda a populaçao. Tres refeições diárias.
8-Segurança para transitar á vontade á qualquer hora do dia ou da noite sem perigo de de ser assaltado,
Roubado ou assassinado.
10- Obrigatoriedade de comparecer á clinica dentária a cada 6 meses, gratuitamente.
11-País livre do analfabetismo
12- contra revolucionários, vendilhões da pátria são crimes hediondos e o pagam com cadeia
Pois é, estes são alguns dos itens existentes em Cuba. Em que outro pais temos isto? Nos EUA o Império do
Mal?
Hoje o turismo é a principal fonte de renda de Cuba e infelizmente com o turismo,como em qualquer parte do
Mundo encontramos mulheres que vendem o amor e desavisados que pensam que nos paises dos turistas
Todo seus compatriotas são ricos, donos de mansões,etc.
O importante é que um pais pequeno como Cuba, pobre em recursos minerais, tambem sem grandes recursos
Financeiros consegue dar a seu povo a felicidade citadas nos 12 itens citados/
O que é necessário para uma familia viver bem e feliz? Porque e para que tanto trabalha o ser humano?
Simplesmente para conseguir coisas simples e necessárias que os torne felizes. Essas coisa são:
1-Casa própria para morar.
2-Emprego garantido.
3-Assistencia médica de alta qualidade, medicamento e hospitais gratuitos para todos os familiares.
4-Educação desde a infância e nas universidade, gratuitas e de boa qualidade.
5-Prática esportiva amplamente disseminada e incentivada para estarem entre os melhores do mundo.
6-Lazer,cinema,teatros acessíveis a todo o povo e a preços baratissimos.
7-Alimentação garantida para toda a populaçao. Tres refeições diárias.
8-Segurança para transitar á vontade á qualquer hora do dia ou da noite sem perigo de de ser assaltado,
Roubado ou assassinado.
10- Obrigatoriedade de comparecer á clinica dentária a cada 6 meses, gratuitamente.
11-País livre do analfabetismo
12- contra revolucionários, vendilhões da pátria são crimes hediondos e o pagam com cadeia
Pois é, estes são alguns dos itens existentes em Cuba. Em que outro pais temos isto? Nos EUA o Império do
Mal?
Hoje o turismo é a principal fonte de renda de Cuba e infelizmente com o turismo,como em qualquer parte do
Mundo encontramos mulheres que vendem o amor e desavisados que pensam que nos paises dos turistas
Todo seus compatriotas são ricos, donos de mansões,etc.
O importante é que um pais pequeno como Cuba, pobre em recursos minerais, tambem sem grandes recursos
Financeiros consegue dar a seu povo a felicidade citadas nos 12 itens citados/
Assinar:
Postagens (Atom)